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tenho 30 anos, me separei e casei novamente, tenho 3 filhos, uma de 13 anos, uma de 6 anos e um de 1 ano e dois meses. Conheci meu pai à 4 anos atrás, e 3 meses depois comecei a ter vários problemas, primeiro foi taquicardia, sudorese, tremor, meses depois comecei a ter fortes tonturas, já fui em todo tipo de especialistas, fiz todos tipos de exames, até mais de uma vez, e não deu nada, ninguém encontra nada, nunca tomei nenhum medicamento, primeiro por que tenho medo, segundo por que estava grávida e agora amamentando....bom sinto tonturas, taquicardia, calor imenso no rosto, pressão na cabeça e no ouvido, tremor, cansaço e fadiga, as vezes dificuldade de concentração, muito medo mais muito, as vezes tenho crises de pavor, medo de ficar louca, sempre acho que tenho doenças, as piores que você pode imaginar, acordo de noite apavorada e com taquicardia, tenho muito medo de dormir, deixo de fazer muita coisa por que tenho medo de passar mal, tenho medo de morrer, sensação de desmaio, mas nunca desmaiei, minha família não acredita em mim, acha que é tudo da minha imaginação, isso me doí muito, queria estudar e trabalhar, mas tenho medo de passar mal, sabe o que mais me incomoda e as tonturas, tenho todos os dias, e tenho muito medo de ter que viver assim, para sempre, quero voltar a ter uma vida normal, eu era muito feliz, mas agora sou a pessoa mais triste desse mundo, Tenho 36 anos e meu médico me deu o diagnóstico de Síndrome do Pânico. Está sendo muito difícil para mim aceitar esse fato. Fico tentando achar alguma razão física para meus sintomas: falta de ar, sensação que vou sufocar, meu coração acelera e acho que vou infartar. E aí minha pressão sobe(16/10).Estou a algum tempo vivendo uma grave crise financeira. Gostaria de ter a certeza que tenho essa doença e que não está sendo confundida com outra (ex.:Feocromocitoma). Estou resistindo ao tratamento, não estou tomando todos os remédios, apenas o para pressão. Fico com medo que me cause dependência. Por favor me dê uma luz. tenho 33 anos e há 7 anos atrás comecei a sentir muita falta de ar, ficava tonta, tinha dores de barriga, resumindo, achava que iria morrer a qualquer momento, mas como namorava uma pessoa que já tinha tido isso, ele me ajudou e eu procurei uma psicóloga e fiquei 1 ano c/ ela, foi MUITO difícil, mas consegui, sendo que agora logo após meu pai infartar( está vivo graças a Deus) e foi eu quem levou ao hospital e tudo mais, minha crise voltou c/ força total, toda hora achando que vou infartar, dores no estômago, medo de comer e passar mal, enjôo, diarréia, dores no braço esquerdo, muita falta de ar, ansiosa d+, s/ paciência c/ as pessoas que saia antes, enfim, minha vida está de cabeça p/ baixo, ñ acho graça em comer, sair, meu namoro está detonado, ñ acho graça em ninguém e em nada, estou me tratando c/ uma terapeuta( muito boa p/ resolver minha vida pessoal) e também c/ um grupo de tratamento de vidas passadas p/ entender o que está acontecendo p/ estar passando por isso, estou achando bem interessante, pois tem muita gente que ñ entende o porque passa mal e tem respostas, enfim, o importante é ser uma pessoa boa e bem positiva, p/ ñ desencadear a sp, é difícil, mas a gente vence sim, a gente consegue ser feliz e fazer coisas boas, principalmente ajudar as pessoas, eu freqüento um sítio em Belford Roxo que me ajuda muito a entender nossas vidas passadas e atuais
Venho sofrendo de pânico
ha 7 meses, crises terríveis, passei a entender por que tanta gente
comete suicídio, pois a vontade daquela sensação acabar é enorme.
Imagine só, me deram Amitriptilina, hoje eu sei que não é o remédio
correto pra pânico.
Olá, meu nome é
Giovanna e tenho 24 anos, minha primeira crise veio aos 8 anos de
idade. Ninguém sabia o que eu tinha e meus pais achavam que era
frescura minha ou medo normal de criança. Foi uma fase complicada por
que eu queria ser como as outras crianças mas dentro de mim era
diferente, tinha medo de brincar, de ir para escola, de dormir, de
morrer, de perder meus pais, de atravessar a rua, ir ao dentista, de
cachorro, dentre muitos outros. Com o tempo os medos foram mudando,
mas sempre existiram.....E eu sempre dizia que se eu encontrasse com
Deus ou com o gênio da lâmpada mágica eu só iria querer fazer 1
pedido, que seria "nunca mais sentir isso em toda a minha
vida". Bom, com Deus eu converso bastante, o gênio eu ainda não
achei, e enquanto isso eu estou fazendo análise. Já tomei remédio
por 7 anos, já fui em vários especialistas e as crises vão e voltam
e com intensidades e medos diferentes. Apesar disso ser a pior coisa
do mundo, tudo tem seu lado bom, o que eu aprendi com a SP é: Somos
pessoas boas, sensíveis, conseguimos compreender melhor o próximo,
respeitar o limite das pessoas, temos muita vontade de viver (se um
dia pensamos em nos matar, queríamos apenas matar essa angústia que
as vezes toma conta de nós, mas nunca deixar de viver), responsáveis,
atenciosas, etc. Olá! Ha mais ou menos 3 meses comecei a ter tonturas durante o dia todo e freqüentes sensações de desmaio, com taquicardias, suores, falta de ar. So pensava que ia morrer. Fui a imensos médicos, ninguém sabia o que tinha, até que um psicólogo me diagnosticou síndrome de pânico. Mas o que eu gostava de saber é se é normal eu sentir tonturas durante o dia todo? Já não agüento viver mais assim. Obrigado! Lendo os depoimentos dos amigos que sofrem de SP eu confesso que me senti meio "jurássica"...rs. Afinal, tive minha primeira crise há exatamente 21 anos, quando eu estava com 21 anos (hj tenho 42, quase 43) e, na época, pouco se sabia sobre a doença. Lembro que a UNICAMP foi uma das pioneiras no tratamento de portadores de SP, e fazia um trabalho ainda embrionário com grupos de portadores já em tratamento medicamentoso. Pois bem: eu não tinha (e ainda não tenho) nenhuma característica/tendência a ter Síndrome do Pânico, uma vez que sou do tipo durona, independente, praticante assídua de esportes, não sofri nenhuma perda afetiva nem financeira e jamais me passara pela cabeça que um dia fosse parar num psiquiatra (tinha preconceito, sim!). A primeira crise se deu no meio de uma viagem num feriado de carnaval, na paradisíaca Ilha do Mel. Do nada, comecei a ter palpitações, sudorese e, principalmente pressentimentos terríveis: alguma tragédia estava para acontecer e eu precisava sair daquela ilha a qualquer preço! Foi simplesmente horrível, medonho, assim como todas as demais crises que se sucederam a essa. Sabendo que o medo estava dentro da MINHA cabeça e que ninguém partilhava daquelas sensações horríveis, eu não conseguia explicar para as pessoas com clareza o que estava acontecendo comigo. Chorava o tempo todo, passava noites em claro esperando a morte chegar, tinha diarréias freqüentes (emagrecia 5 kilos em uma semana tranqüilamente). Assim como vocês, evitava lugares fechados e culpava roupas, pessoas, lugares e situações pelas minhas crises, ou seja, "nunca mais usarei o vestido amarelo porque estava com ele quando me deu aquela crise" e assim por diante. Para piorar, estava cursando o último ano da faculdade, fazia estágio de dia e estudava a noite. Depois de 1 ano sofrendo sozinha, uma colega de trabalho me aconselhou a procurar um psiquiatra. E assim fui na minha primeira e última consulta no psiquiatra. A razão foi minha opção por NÃO querer tratamento medicamentoso (hj vejo como eu era ignorante, por puro desconhecimento...). Enfim, ele (o psiquiatra) me encaminhou para uma colega terapeuta com a qual dividia o consultório, e com ela me tratei por 3 anos e meio. Apesar de demorado, o tratamento me fez muitíssimo bem, pois não tratou apenas da SP, mas tratou de mim como um todo. Hoje, 21 anos depois, as crises são tão raras que quase nem me lembro mais delas... E mais: fui aprendendo a lidar com a SP no dia-a-dia, pois apesar de todos os sintomas, não deixei nunca de tomar ônibus lotados, ir ao teatro/cinema, vajar e de praticar todas as atividades que a SP costuma restringir. Não sei se é regra ou exceção, mas a Síndrome do Pânico deixou em mim algumas seqüelas, facilmente administráveis. São elas: teatro, cinema e avião sempre sentada no corredor; em casos de grandes congestionamentos, paro o carro num posto de gasolina até normalizar; maneirar no álcool; Outra maneira de lidar com a Síndrome do Pânico é falar sobre ela, e muito, e com todos! Meus amigos, meus familiares e colegas de trabalho, todos sabem que eu tive SP e o porquê eu tomo certas atitudes em determinadas situações. Hoje quase todos tiveram um episódio de Pânico ou conhecem alguém que tem/teve, e é tão mais fácil lidar com isso! Enfim, espero que minha experiência sirva de esperança para aqueles que ainda lutam com a Síndrome do Pânico. Não sou médica, portanto não posso dar dicas nem conselhos, mas acredito que o tratamento medicamentoso acompanhado de uma terapia ainda é a melhor saída! A medicina está super-avançada e cada vez mais empenhada em desenvolver drogas mais eficazes e com menos efeitos colaterais. E lembrem-se: nossa mente é muito mais poderosa do que a Síndrome do Pânico! Boa sorte a todos e sucesso no tratamento! Tudo bem? prazer em saber que posso obter suas respostas. Desde já meu muito obrigada...Vou contar um pouco de meu (desespero). E muito estranho, quando estou em um shopping center, loja, lugar fechado, me sinto totalmente perdida, descontrolada, desprotegida, com muito calor, me da ate pontada na cabeça, nem consigo pensar direito, depois do acontecido vem uma tristeza, penso: queria ser natural, queria ser simpática com aquela pessoa que veio conversar comigo...porque fico assim? Porque? depois fico com vontade de chorar. Muito obrigada. Boa noite! De setembro do ano passado pra cá comecei a não me sentir muito bem, taquicardia e um mal estar repentino, isto foi se repetindo até que começou a se agravar a ponto de me levar a procurar o PS por várias vezes. Até que procurei um clínico geral, fiz exames de rotina e nada de anormal, fora o colesterol um pouco alto, me receitou um ansiolítico, melhorei um pouco, mas continuava a passar mal, retornei ao médico e foi receitado Tryptanol 25 mg, disse que eu iria melhorar, mas ao invés disso fui novamente parar no PS, me sentindo atordoada e muito mal, daí procurei um neurologista, fiz eletrocefalograma e nada foi constatado, me receitou um remédio chamado Clo que novamente me fez muito mal. Procurei um outro clínico que me encaminhou ao cardiologista, fiz exames e foi constatado um pequeno Prolapso da válvula Mitral, receitou Hidroclorotiazida e Atenolol, a minha pressão abaixava muito, menos de 80 por 60 e mesmo assim ele me disse que era o melhor remédio para o meu caso" isso tudo através do SUS, quer dizer com meses de intervalo, e várias hs a espera de um encaixe porque não tinha vagas." Pensei até num psiquiatra e esperei por muito tempo, tinha que recorrer a tudo pra melhorar, até que depois de muito choro e imploração, consegui uma consulta, foi receitado Paroxetina e mais Bromazepan, mais uma vez não agüentei os efeitos deste , enjôo, tontura... o que me salvou foi o ansiolítico, Agora recentemente fui a uma cardiologista particular que me receitou Sertralina, este foi o que me causou efeito colateral maior: diarréia que não cedia, e uma crise horrível de ansiedade, fui carregada ao PS e medicada, com Propanolol, diazepam 5 mg, voltei pra casa e logo após ao PS ainda passando mal ainda, mais diazepam 20 mg e Captropil. Depois disso voltei e relatei a ela o acontecido, ela mudou a medicação, agora é Citalopram 20 mg, e Selozok de manhã, AAS protect após o almoço e ainda Sinvastatina para abaixar o colesterol, sinceramente, os remédios estão aqui, já os comprei, mas com toda a vontade de melhorar e a viver normalmente já estou perdendo a fé neles. Por favor, me dê um aconselhamento, já não sei o que faço Oi tenho 26 anos trato da depressão desde 17 anos, são fases que vem e vão. Mas ultimamente estou tendo pensamentos horríveis, ando tendo medo de comer e morrer engasgada, tenho medo de morrer do coração, estou tendo sintomas que acabam comigo, tenho batedeiras que parece que vou morrer, as pernas ficam bambas, o peito doi demais, me da tonturas, o corpo inteiro doi e esses episódios pioram depois das 17:00 da tarde daí eu sofro muito, como posso me controlar me ajude por favor. Não estou em tratamento mais já esta marcado. Tenho Síndrome do Pânico ha 5 anos começou na minha primeira gravidez pois eu sofria violência física pelo meu marido. Depois tive medos angustiantes, minha boca chega a travar , coração dispara muito!! E todos os outros sintomas já relatados...e tive recaídas e melhoras, tive outro piorei muito...casei novamente com uma pessoa super compreensiva mas estou há um mês na casa dos meus pais pq passei mal uma noite em casa e fiquei com medo d dormir lá novamente e isso está acabando comigo. Com medo de passar mal de novo e não ter socorro estou presa na casa dos meus pais e meu marido abandonado!!1 Vou procurar ajuda pois não agüento mais Meus pais me tratam mal por que falam q é frescura...me ajudem por favor.
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