As pesquisas mais recentes mostram que depressões, surtos psicóticos e ataques de pânico alteram a estrutura cerebral em termos químicos (neurotransmissão), microscópicos (neurônios, dendritos e axônios) e estruturais (volume de certas estruturas cerebrais). Provavelmente essa é a explicação para o que se sabe há décadas: quanto mais cedo se trata depressão, ansiedade, pânico, stress, DDA, psicose, cefaléia, etc., melhor.
Atenção: vale para quase todas as patologias da Neuropsiquiatria: quanto mais cedo se trata uma fase depressiva, ou um surto psicótico, uma cefaléia, um DOC, um ataque de Pânico, etc., melhor. Depois que o cérebro "aprende" a produzir esses sintomas, é cada vez mais fácil para ele produzi-los. Ou seja, crises, "quanto mais tem mais tem e quanto menos tem menos tem". Portanto deixe seus preconceitos de lado e procure tratamento.

Dr Rubens Pitliuk

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Medo de desmaiar, falta de ar, tontura, pernas bambas, tudo isso pode ser Síndrome do Pânico, que na maioria das vezes tem tratamento fácil

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Perguntas e Respostas Depressão e Pânico na gravidez  Stress  Pós Traumático Stress

Tenho 31 anos e sofri durante 4 anos de uma coisa estranha que me deixava tonta, com sensação que ia desmaiar, acelerava o coração, ficava trêmula, formigava as mãos, com medo de morrer, sensação de sufocamento, falta de ar, etc. Passei por vários médicos até chegar a um cardiologista que me pediu uma bateria de exames, os quais não acusaram nada, foi aí que ele descobriu que eu estava com Transtorno do Pânico, coisa que eu só ouvia falar na TV. Não conhecendo nada sobre o assunto, eu sofri muito, passei por muitas noites traiçoeiras, o medo de ter um ataque era tão grande que só de imaginar que iria ficar sozinha, começava a sentir todos os sintomas. Cheguei a deixar minha filha com apenas trinta dias de idade, em casa sozinha e saí gritando e correndo desesperada, fiquei pior ainda. Há mais ou menos seis meses, lembrei-me de um médico de minha total confiança, consultei com ele que me explicou um pouco sobre o assunto e me medicou com antidepressivos e calmantes, os quais uso até hoje. Também estou passando pela psicóloga, que está me ajudando demais, hoje posso dizer que estou 99% curada, graças a Deus, ao médico e a psicóloga. Se você que estiver lendo esta história já passou ou passa por isso, não desista, procure ajuda profissional, sozinho você não consegue. Eu cheguei no mais fundo do poço, mas quando me estenderam a mão, eu me esforcei, levantei e até o dia de hoje eu me sinto ótima. Eu sou Ana Maria M. R.

Olá, meu nome é Jorge, 38 anos, moro no interior de SP. Tive minha primeira crise de pânico há 6 anos, que só foi diagnosticada depois de muitos exames cardíacos. Venho me tratando com Anafranil 25 mg, mas sinto que não está fazendo mais efeito, a depressão e o medo sempre voltam, atrapalhando meu trabalho e vida pessoal. Venci muitas barreiras, mas a batalha contra isso é diária. Gostaria de saber sobre alguma medicação nova ou tratamento alternativo. Abraço a todos.

Meu nome é Gilson e sou portador da "coisa" há mais de 10 anos e não tenho ataques já a uns 3 anos. Restou-me a terrível seqüela da agorafobia.  

Oi!!meu nome é Melina e tenho 25 anos. sofro de pânico há treze anos e gostaria muito de me corresponder com pessoas que passam pelo mesmo problema. Meu maior medo é de sair sozinha, parece-me que sempre vou ter um ataque. isso já dificultou muito a minha vida e às vezes ainda é um transtorno. mas a gente vai levando de qualquer maneira, não é mesmo? 

 Descobri que sofro deste mal há uma semana só de saber o que tenho já me senti bem melhor hoje tomo as medicações necessárias e espero que minhas crise cessem, pois é uma sensação que eu jamais desejaria para ninguém somente nós que a sentimos podemos dizer o quanto é desagradável e horrendo. Prazer poder fazer parte deste grupo o qual poderá me ajudar e muito em minha recuperação!! Votos de felicidades a todos vcs

Gostaria de enviar esse e-mail para que as pessoas soubessem que nunca é tarde para tratar a SP;tenho 37 anos e descobri que sofri desse mal a vida toda,sem ter consciência,ou melhor,conhecimento.A principio achei que teria sido melhor ficar na minha "santa ignorância,pois as crises não eram tão freqüentes nem intensas e,tinha sempre um diagnóstico bem mais "confortável"que a de SP.Só que com o tempo e as agruras inevitáveis da vida,a ansiedade toma proporções muito maiores e a síndrome se instala como velha conhecida que exige um "lugar de honra"em sua vida-é o começo do calvário.É preciso conhecer o que ainda não se conhece muito bem(nem os médicos o sabem)e confiar que tudo vai voltar ao normal'-chega a ser desumano esse sofrimento.Mas,o mais importante é que estou a 4 meses em tratamento com antidepressivo,faço coisas que não fazia nem antes da última e grande crise e,acho que em breve senão "curada",estarei olhando essa velha companheira de frente e,sem medo -porque agora sei lidar com ela e o melhor -comigo mesma.Um forte abraço!!  Lea

Sou um jovem de 24 anos. Desde os 14 anos que tinha medo de muita coisa, por exemplo sair de casa, multidões, medo exagerado de morrer, etc. Só consegui descobrir o que tinha através de um Psiquiatra. Só dá valor a esta doença(Agorafobia) por quem por ela passa. Quem sofrer disto que lutem com todas as forças que consultem um Psiquiatra que será uma ajuda valiosa. Ando em tratamento à cerca de 5 meses. Estou medicado com XANAX e DUMIROX. Sinto melhoras.Neste momento o meu maior desejo é derrotar esta doença. José

Procurei algo sobre Tireóide, e acabei em seu site. Gostaria muito de comentar algo: há uns dez anos, tive síndrome do pânico, mas só tomei alguns remédios quando no começo, pois depois, fiz um pouco de Psicoterapia, e depois yoga. Tu gostaria de recomendar a quem sofre desse mal fazer algo como a yoga! quando leio de pessoas que "tomam remédio"além de consultar Psicólogo ou Psiquiatra, penso que essas pessoas deveriam ser alertadas para acreditarem em si mesmas e em seu potencial de cura próprio, o que a yoga proporciona, quando conduzida por pessoa sensível. Durante um ano eu ia quase todo dia fazer yoga, muitas vezes segurando um comprimido de Lexotan, que evitava tomar, mas por ainda mais do que esse tempo, tive de sempre ter algum na bolsa, mas. pelo menos para mim, achei importante conseguir vencer por mim mesma, e não entregar-me a algum remédio ou médico. Estarei tão errada assim? pois eu sei que mente e corpo são uma unidade só, e se a tal síndrome do pânico é controlada, pode aparecer outra coisa, como para mim, agora apareceu a Tireoidite de Hashimoto. Ambas as doenças, ligadas ao antigo hábito de fumar, pelo jeito. Quanto de desinformação conduz a doenças, como a gente pode viver bem tendo consciência do que está realmente acontecendo conosco. Bom, o objetivo deste E-Mail era principalmente falar do bem que a yoga me fez. Pois que numa aula, havia conversa inicial, enquanto se faziam as posturas, éramos sempre orientadas para o que aquela postura era indicada, com frases como "não ir além do seu limite", e que com o tempo, a gente consegue mais e mais progresso. Havia algumas leituras, durante as quais, as alunas relaxavam e muitas vezes, chegava-se a dormir. Tranqüilamente, ouvíamos coisas como "se você joga uma pedrinha num lago, a água fica turva e então não dá para ver o fundo, assim também é com nossos pensamentos." Finalizava-se com alguma postura como da árvore ou gaivota, e o agradecimento final.  Cordiais Saudações, Maria Helena  (Realmente, como a SP é um distúrbio de ansiedade que quase sempre tem causa em problemas situacionais difíceis de serem resolvidos, a disciplina, relaxamento, introspecção e etc. que a Yoga provocam são importantes no controle e até mesmo cura da mesma. Dr Rubens Pitliuk)

Olá! Achei uma ótima idéia trocar e-mails com outras pessoas que sofrem com o mesmo problema. Tenho Pânico e Depressão. Gostaria que meu endereço de e-mail fosse colocado na sua página de Auto-ajuda.  Estou fazendo tratamento com medicamentos, mas conversar com outras pessoas que têm o mesmo problema seria ótimo para podermos trocar experiências e "dicas" de como lidamos com esse distúrbio (já que "as outras pessoas" muitas vezes não conseguem nos entender direito).  Obrigada pelo espaço que está nos proporcionando! Seu site é ótimo! Malú

Meu nome é Mery, tenho 38 anos, sou administradora de empresa. Vou tentar passar os problemas que tem me incomodado tanto e se possível obter alguma ajuda. .Até 4 anos atrás eu tinha uma vida absolutamente normal. Porém, um dia de volta para casa, me deparei com o trânsito totalmente parado, e foi aí que tudo começou. Entrei em pânico, e precisei parar o carro. Deste dia em diante as coisas não foram mais iguais para mim. Atualmente meus principais problemas são:
1- Não ando de elevador sozinha, porém já fiquei presa por duas vezes e por incrível que pareça não entrei em pânico,
2- Não vou a lugares longe sozinha,
3- Dirijo, porém nunca sozinha,
4- Mesmo quando estou com alguém, mas percebo que o trânsito não anda, sinto que algo me incomoda,
5- Não ando de metrô,
6- Não me sinto muito bem quando sei que estou longe de minha casa,
7- Não ando de avião,
8- Não gosto de viajar,
9- Não fico sozinha em casa,
10- Não vou a lugares com muita gente,
11- Etc.
Sou portadora de prolapso da válvula mitral. Uma médica me disse que a grande maioria das pessoas portadoras deste prolapso são medrosas. Já procurei psicólogos, mas não adiantou. Não tenho crises freqüentes, aliás que me lembro tive 3 ou 4 crises nestes 4 anos. Porém, não me sinto uma pessoa normal, sempre há um desconforto. É muito complicado estar sempre dependendo de pessoas, que nem sempre estão à minha disposição. Gostaria de conversar com outras pessoas que possam ter o mesmo problema, e se possível ajuda para amenizar um pouco esta minha angústia. Fico na expectativa de uma resposta.

Considero a Síndrome do Pânico um dos maiores mal da tão falada nova era. Padeci durante muitos anos, passei por inúmeros tratamentos, tomei vários medicamentos e fiz todo tipo de terapia, inclusive as alternativas, pois chega um momento que o desespero nos faz procurar coisas que em sã consciência jamais faríamos. Cheguei a entrar em total desespero, não chegava nem na janela. Parei de dirigir e quando ia chegando a tarde, começava o meu tormento: taquicardia, sensação de que a morte estava chegando, diarréia constante, suores frios, desespero total. Por tudo isso e pelo que tenho visto aumentar esta terrível doença, proponho através desta maravilhosa página do Dr. Rubens, montarmos um grupo de pessoas para troca de experiências, usando a Internet ou através de cartas para quem não tem acesso a computador. Deixei meu tempo disponível para trabalhar como voluntária, como forma de agradecer a Deus, o tempo que tenho andando sob controle, pois passei por várias fases na minha vida: depressão, pânico, compulsão, psicose, ou seja, ficando cada dia mais paranóica e hoje me considero totalmente sob controle e gostaria muito de ajudar aqueles que estão em desespero, como muitas vezes fiquei. Respondo a todas as mensagens e cartas com muito carinho. Devido a tantos problemas que fui acometida, pesquisei muito dentro da própria área médica (apesar de não ser médica), como forma de entender tudo que estava acontecendo comigo, com isso adquiri muito material e aproveito para pedir a todos que tiverem mais material sobre o assunto que mandem para mim, sempre tem algo para aprendermos. Heloisa

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