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La presente es para pedirles informacion
sobre la Cleptomania, sus causas, tratamientos y diferentes aspectos que puedan ser
caracteriasticos de esta esfermedad.
A Cleptomania geralmente faz parte de um
quadro Obsessivo Compulsivo e deve ser tratada como tal.
... 62 anos ... joga
compulsivamente. Se este parente jogasse com moderação não teria problema algum, mas
infelizmente, joga todos os dias, e o pior são as dívidas provenientes dos jogos que ele
traz para casa. Para essa pessoa se livrar de uma dívida, ela faz muitas outras. E isso
se torna um ciclo vicioso que não tem fim, uma verdadeira "bola de neve". Essa
pessoa pede dinheiro para vizinhos, amigos, parentes, agiotas, etc... Já chegou ao ponto
de "roubar" uma folha do talão de cheques do próprio filho. As mentiras que
conta são muitas. Tem muitos momentos de lucidez, mas as vezes sai do ar. Isso acontece a
muitos anos, as vezes acalma, as vezes aumenta. Gostaria de saber qual o tratamento. Se é
que tem cura. O desgaste que a família vem passando com o problema dessa pessoa é muito
grande. Precisamos de ajuda e precisamos ajudá-la.
Nem sempre se trata de
DOC. Se for DOC, o problema pode se psiquiátrico. Se não for, é jurídico.
Consulte um advogado. Uma pessoa nessas condições pode ser interditada antes que acabe
com ela mesmo e principalmente com a família.
Não consigo de forma alguma
dormir no escuro independente se tenha ou não alguém ao meu lado. Além não
consigo dormir sem que haja um copo d'água ao meu lado. Não gosto que nenhum objeto que
tenha forma de qualquer ser-vivo e cadeiras fiquem de frente para mim quando vou dormir.
Também não gosto de guarda-roupas abertos no quarto o qual estou dormindo, fico
totalmente apavorado e não consigo dormir. Caso venha a faltar energia e mesmo tendo
alguém comigo fico desesperado com falta de ar e palpitações. Afinal em que se enquadra
esses sintomas?
Parece ser um quadro
composto de pensamentos obsessivos mais ataques de pânico. Ambos os distúrbios são
ligados ao metabolismo de Serotonina no cérebro. Ambos tratáveis.
Tenho certeza que tenho Transtorno Obsessivo
Compulsivo desde os 11 anos de idade. Começou com pequenos rituais de ir e voltar e hoje
atrapalha significativamente minha vida. Tenho que fazer as coisas diversas vezes temendo
que algo aconteça se não as fizer. Quando não faço tais "rituais" fico
realmente muito nervoso atrapalhando significativamente minha capacidade de atenção e
habilidade para trabalhar. Fora isso (que e muito) sou uma pessoa sem nenhum outro
problema psicológico. Fiz um tratamento psicológico por 6 meses mas de nada adiantou ...
vi realmente que a Psicologia tradicional não costuma resolver o problema e que existe um
tipo de tratamento específico para o caso. Nunca fiz tratamento nenhum com medicamentos
... vi que a principal causa desse distúrbio e a falta de um Neurotransmissor chamado de
Serotonina. Pesquisei os remédios para suprir esse déficit e encontrei dois que acho que
devo tomar, pois já tentei todas as formas de controlar as manias que tenho consigo
apenas amenizá-las mas não acabar com elas e, as vezes, nem amenizá-las consigo. Os
remédios são o AROPAX 20 e o PAXIL. Gostaria também de saber se os efeitos colaterais
são graves quando se toma tais remédios, pois apesar de já ter lido a bula do AROPAX 20
queria ouvir uma opinião sobre o assunto. Li que o principal efeito colateral deste
remédio e o retardo da ejaculação, o que para mim só traria vantagens visto que já
sofri de ejaculação precoce, e não me considero completamente satisfeito com o tempo de
latência que tenho. Finalmente, se possível gostaria de saber como faço para obter um
exame sobre a quantidade de Serotonina que tenho para ver se realmente tenho déficit
dessa
substância.
Dosar Serotonina não tem utilidade. DOC é
tratável com medicação e Psicoterapia Comportamental. Ficar lendo bulas de remédios e
procurando efeitos colaterais só irá atrasar seu tratamento (que já é demorado).
Antidepressivos são dos remédios mais seguros que existem. As bulas nem sempre são
escritas por médicos e contém todos os efeitos colaterais que existem e podem um dia vir
a existir em todos os órgãos do organismo. Milhões de pessoas em todo o mundo se tratam
com Antidepressivos e ficam boas.
Desde meus 5 anos demonstro
sintomas de TOC. Fiz 5 anos de terapia com psicóloga e mais 3, 5 anos com
psiquiatra (psicodinâmica + psicanalítica). Parei a medicação com Luvox e
após estado de stress e pressão voltei a ter crises forte e grande confusão. Gostaria
de saber qual o tipo de tratamento adequado e se existe alguma
possibilidade de indicação de profissional que atenda pela Sulamérica. O
motivo de eu ter interrompido meu tratamento foi financeiro!
O tratamento de Distúrbio Obsessivo Compulsivo
não é
tão caro, pois as consultas ocorrem a cada 2 ou 3 meses, pois ele é teimoso e
demorado para passar, não adianta ir ao médico todo mês pq não muda muita
coisa de um mês para o outro. Se houver necessidade de terapia sim, é semanal,
mas custa muito menos que a consulta com o psiquiatra. O Luvox perdeu um pouco a
fama, pois se revelou menos bom do que parecia no começo.
Tenho compulsão por compras. Não
posso ver alguma liquidação de roupas ou alguma peça diferente, e mesmo que
seja cara, coloco na minha conta do cartão de crédito, acabando por ficar
endividada. a solução seria um tratamento? por que isso acontece?
Sim, se chama de Comprar
Compulsivo (Compulsive Shopping ou Compulsive Buying), faz parte do grupo dos
distúrbios Obsessivos Compulsivos e passa com tratamento composto de terapia +
remédio + força de vontade + controle social (ajuda das pessoa próximas).
A ansiedade pode provocar Distúrbio Obsessivo Compulsivo
Não, mas pode piorá-lo.
Tenho tiques desde pequena. Como posso me ver livre deles sem precisar recorrer a um
Psicoterapeuta?
Tiques são tratados com
remédios e às vezes com Botox, não com Psicoterapia.
A doença obsessiva compulsiva
pode levar a uma psicose?
Geralmente não
Tenho um caso na família de um
adolescente de 14 anos diagnosticado como Distúrbio Obsessivo Compulsivo e já em tratamento, com
antidepressivo e Antipsicótico, há três semanas. Tenho lido muito a respeito,
mas o que menos tenho encontrado são dicas para os familiares. Li nesse site
que a família 'não deve levar a sério' os rituais da pessoa com Distúrbio Obsessivo Compulsivo, mas o
que exatamente isso quer dizer? Não dar importância? Não falar sobre o
assunto?
Deve fazer de tudo para que ele
não exercite os rituais. Deve dizer que é um sintoma de uma doença. Não deve
entrar em discussões sobre vírus e bactérias e contaminações, pois elas
seriam infinitas.
Ela possui, segundo os dados
obtidos no site, sintomas parecidos com o da Fobia Social. Eu digo parecido, pois o
retraimento, a exclusão, o medo de ir a certos lugares, como o centro da cidade,
e de passar por locais muito estreitos ela tem, porém os outros
sintomas que ela apresenta são os de nojo de tocar em pessoas ou até mesmo em
objetos que em algum momento foram colocados ou até mesmo encostados no chão, mesmo que o objeto não tenha sido realmente encostado ela sente nojo dele e
fica com medo de se encostar, se algo cai no chão ela não o junta de maneira
alguma, sente nojo de tocar nos pés, de sentar em bancos. Estes nojos se
abrangem a partir do momento em que a pessoa ou o objeto for encostado em outro
local ou pessoa, quando ela não consegue evitar acaba tendo que tomar banhos
muito demorados para limpar-se. Em nenhum instante vi tremores, batimentos
cardíaco acelerados ou pânico nestes momentos, ela simplesmente não deixa que
eu a toque e espera chegar em casa para tomar banho.
Esse quadro sugere muito mais Distúrbio Obsessivo Compulsivo
que Fobia Social.
Tenho uma irmã que é jogadora
compulsiva, já perdeu carros e o próprio apartamento onde mora com jogos. Conseguimos encaminhá-la a um Psiquiatra que diagnosticou seu quadro como
"mania", gostaria de saber se é o mesmo quadro de Distúrbio Obsessivo Compulsivo. . . a medicação
que ela está tomando é o DEPAKOTE - Divalproato de Sódio 500mg, para que
serve? Já li um artigo seus sobre Distúrbio Obsessivo Compulsivo, achei muito parecido o quadro dela, mas
gostaria de obter essa confirmação e saber qual a melhor forma da família
ajudar, quanto tempo ela deve tomar essa medicação e qual o tempo aproximado
de tratamento.
Desculpe mas com esses dados
infelizmente isso é possível responder à sua dúvida. Jogo compulsivo pode
ser uma "mania" do Distúrbio Obsessivo Compulsivo ou muito mais raramente uma mania da fase
maníaca da Distúrbio Afetivo Bipolar. Se o médico deu o Depakote é porque ele achou que é o segundo
caso. A ajuda da família depende de que caso se enquadra. Tanto a página de Distúrbio Obsessivo Compulsivo
quanto a de Distúrbio Afetivo Bipolar tem orientações nesse sentido.
Meu filho é um maravilhoso
jovem de 18 anos que tem reagido com muita coragem como portador de TOC desde os
12. Após uma depressão forte com surto psicótico iniciou tratamento com
Clomipramina, Rivotril, Haldol, Akineton. A Clomipramina em excesso desencadeou como efeito
colateral episódios de mania (euforia) onde se tornava extremamente ansioso e
agressivo. Com Valproato junto, não resolveu nada, o que fez perceber que era o
excesso da Clomipramina que o deixava assim. Trocamos para Anafranil, não deu
certo e agora estamos com Fluoxetina, Rivotril, Tegretol, Zyprexa e Cinetol. Só
que ele começou agora com tiques que nunca teve! Ele tem muita vergonha dos
tiques, quase não sai de casa e sofre muito pela falta de amigos, também sua
concentração caiu muito na escola, parou de estudar por 3 anos e agora para
terminar um simples supletivo está muito difícil. Pergunto: Os tiques podem
ser efeito colateral de alguns destes medicamentos? Se não puder citar nomes, apenas diga as
substâncias, para que eu me direcione melhor. Obrigada Deus
abençoe vocês.
Desculpe mas com esses dados
infelizmente isso é possível responder à sua dúvida. O Site é informativo. Não é ético diagnosticar e nem sugerir tratamentos sem se conhecer o
paciente. Mas nenhum desses medicamentos provoca tiques. Mesmo o Zyprexa muito
raramente pode provocar contrações musculares, que seriam anuladas com o
Cinetol. A Fluoxetina mais raramente ainda, mas existem alguns casos na
literatura médica.
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