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A
terapia comportamental é uma forma de terapia bastante utilizada atualmente no
tratamento psicológico.
Todas
as intervenções propostas estão embasadas em um método científico, que
legitima qualquer procedimento adotado pelo terapeuta. Desta forma, engloba
qualquer tipo de queixa ou sofrimento humano.
Ainda,
acredita que o ser humano é único e interage em sua totalidade com o ambiente
(condições externas e internas do indivíduo, em que a genética também tem a
sua contribuição), não havendo diferença entre mente e corpo.
Partindo
das considerações acima, é indicada para pessoas que buscam melhorar/aprofundar
o seu autoconhecimento, tratar algum tipo de patologia específica (fobias, pânico,
transtorno obsessivo compulsivo, ansiedade generalizada, depressão, transtorno
bipolar do humor, transtorno do estresse pós- traumático, etc.), trabalhar a
comunicação interpessoal, aprimorar a organização do dia-a-dia,
relacionamento humano (treino em habilidades sociais), repensar a carreira
profissional ou profissão a seguir, dentre outros.
Considerando-se
que o comportamento é a relação/interação do indivíduo com o ambiente, a
terapia comportamental visa modificar as relações que não estão gerando
conseqüências saudáveis/funcionais/prazerosas à pessoa.
Portanto,
MUDANÇA é a proposta desta terapia e a pessoa interessada (cliente) é
considerada ativa neste processo.
O
terapeuta auxiliará o cliente a observar e analisar a sua história de vida e
refletir sobre as causas dos comportamentos indesejados. Fazendo uso de outras
palavras, o cliente estará apto a compreender e identificar que aspectos do
ambiente estão influenciando o seu comportamento e, a partir daí, ele mesmo
poderá avaliar as mudanças necessárias para que esta relação/interação
produza as conseqüências esperadas.
A
terapia consiste não em dar a solução pronta para o cliente, mas em mudar o
seu comportamento para que seja capaz de descobrir qual é a solução. Assim, o
objetivo é que o cliente possa aprender comportamentos funcionais que, no seu
cotidiano, possibilitem-no a se relacionar com o ambiente de forma autônoma,
sem depender da figura do terapeuta.
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