As pesquisas mais recentes mostram que depressões, surtos psicóticos e ataques de pânico alteram a estrutura cerebral em termos químicos (neurotransmissão), microscópicos (neurônios, dendritos e axônios) e estruturais (volume de certas estruturas cerebrais). Provavelmente essa é a explicação para o que se sabe há décadas: quanto mais cedo se trata depressão, ansiedade, pânico, stress, DDA, psicose, cefaléia, etc., melhor.
Atenção: vale para quase todas as patologias da Neuropsiquiatria: quanto mais cedo se trata uma fase depressiva, ou um surto psicótico, uma cefaléia, um DOC, um ataque de Pânico, etc., melhor. Depois que o cérebro "aprende" a produzir esses sintomas, é cada vez mais fácil para ele produzi-los. Ou seja, crises, "quanto mais tem mais tem e quanto menos tem menos tem". Portanto deixe seus preconceitos de lado e procure tratamento.

Dr Rubens Pitliuk

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Medo de desmaiar, falta de ar, tontura, pernas bambas, tudo isso pode ser Síndrome do Pânico, que na maioria das vezes tem tratamento fácil

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Os sintomas da Síndrome do pânico começou após uma gravidez atribulada com a presença do meu ex - marido sendo este dependente químico e problemático. Depois que minha filha completou 1 mês voltei a cantar no grupo da igreja que freqüento,  onde antes de tudo acontecer ministrava para cerca de 200 pessoas nesta volta não pude nem sequer cantar, ao olhar aquelas pessoas pesava a cabeça e ficava sem conseguir raciocinar dando de repente tremores e o coração acelerava e pedia ajuda ao  estivesse mais próximo para sair dali. No início tentei ficar cantando com os olhos fechados, mas permanecia um frio no estômago e não também não poderia ficar com olhos fechados o tempo todo pois eu era dirigente de louvor e é preciso comunicação, então me afastei desta tarefa e fiquei no banco com a igreja, já faz 8 anos e até hoje me encontro no banco sendo ouvinte. Tenho dom para cantar e não posso colocar em prática. Durante 6 anos ensinei a palavra de Deus as pessoas através da música e também dava aula bíblica para as crianças e hoje não posso fazer, a única coisa que continuei foi trabalhar para meu sustento e de minha filha. De início tratei com Rivotril, mas depois fiquei com medo de ficar dependente e não procurei médico algum. No começo desse ano comecei sentir canseira no peito, ao andar, ao fazer tarefas da casa e fui levando, quando neste mês de setembro/2008 voltei das minhas férias, e no serviço comecei ter tonturas só de digitar no computador, ânsia de vômitos, tremores, incapacidade de raciocinar, sufoco na garganta, temperatura quente e tive com urgência procurar os médicos que fizeram exames e concluiram que era pangastrite, labirintite provocada pela ansiedade e estresse. Estou tomando corretamente todos medicamentos e tenho marcado vários retornos com o neurologista e gastro. Gostaria de saber se é preciso passar com psicólogo ou psiquiatra tomando esses medicamentos? Tive grandes melhoras neste mês de outubro, mas tenho medo de quando acabar os medicamentos comece tudo de novo. Esses dias tive que ficar em uma sala de aula enquanto a professora não chegava, pois trabalho na secretaria da escola, e quase minha cabeça paralisou e deu uma tremidinha quando comecei distribuir bolachas e leite para aquelas criancinhas, mas disfarcei o máximo. Se for contar tudo o aconteceu já comigo e ninguém acredita na gente principalmente seus familiares. Quando ataca é sério, uma vez fiquei em postura para o Hino Nacional na frente de várias escolas, quase morri, minhas não sentia, meu coração disparava e não conseguia cantar, raciocinar e nem se mexer principalmente a cabeça que treme, se alguém conversar comigo naquele instante não consigo nem ouvi, olhos enche de lágrimas, da vontade de evaporar. Os medicamentos que estou tomando nesse momento são Escitalopram de manhã e Clonazepam e Paroxetina à noite.

Oi meu nome é Ana Paula e gostaria de dizer a todos que não desanime, pois a Síndrome do pânico é uma doença que tem cura sim... Em primeiro lugar você tem que aceitar que esta doente e tentar ir em busca de ajuda. O meu caso não é muito diferente dos outros, sentia todos os sintomas horríveis que alguém possa sentir, falta de ar, medo de morrer, medo de sair de casa chorava constante, enfim sintomas que me fizeram não acreditar que poderia ser feliz um dia...não aceitava que estava doente procurei clínicos, cardiologistas e todos os outros profissionais até que um me indicou um psiquiatra....Nossa na hora desabei, o que estava acontecendo comigo pois sabia que não estava louca, mas do jeito que eu estava sofrendo, teria que ir, pois queria ajuda para melhorar e assim fiz...o médico conversou comigo, falou que iria me ajudar e me receitou alguns medicamentos, no começo sofri muito, pois estava sendo difícil me adaptar com algum medicamento, as reações sempre me eram adversas, mas depois de uns três meses, me adaptei a um medicamento ea partir daí começou minha batalha, hoje com três anos de tratamento ainda faço acompanhamento medico, e tomo remédios mas posso dizer a todos que estou bem melhor, que a minha vida voltou ao normal, que consigo sair de casa, e que faltam apenas dois semestres para me formar na faculdade de jornalismo....
Tenho certeza que já venci essa, com a força dos médicos, com a minha força e com a ajuda de DEUS... E que hoje sou bem mais feliz.

Tenho 49 anos e, há aproximadamente 05 anos inciaram em mim os terríveis sintomas (e suas conseqüências) da chamada "Síndrome de Pânico". Todos estes clássicos sintomas relatados pelos demais leitores. A cada época um evento "novo" e desestabilizador, muito medo, angústia, tristeza mesmo. Passei a limitar grandemente minhas atividades profissionais, sociais e afetivas também. Admiro os que dela já se libertaram, não é o meu caso ainda. Me trato com psicoterapia (psicanálise) não tomo medicação atualmente. Já fiz uso eventual de Ansiolíticos. O motivo deste meu depoimento é que: AO LER OS DEPOIMENTOS DE OUTROS, VEJO QUE HÁ MUITA, MUITA GENTE também sofrendo e que há cura, isto me conforta e traz esperança, possibilidades e sobretudo, solidariedade. Um abraço e parabéns pela iniciativa, que tem ajudado muita gente.

Dr. tenho 21 anos e a mais ou menos seis messes estou sentindo umas sensações estranhas, a primeira vez que senti foi dentro do ônibus, meu coração disparou fiquei como se fosse desmaiar, a outra vez foi na academia tinha muita gente e comecei a ficar com as mãos e os pés gelados, meu coração disparou quase desmaiei, desde então não consigo mais ter uma vida normal, tenho medo de sair de ônibus sozinha so saio se tiver alguém comigo, quando vou me apresentar na igreja então aí é que fico mesmo esta sendo muito difícil pra mim pois sempre fui muito independente, saio só des de pequena e agora fico mais em casa, porque quando sai começo a sentir essas coisas de novo, sempre resolvi minhas coisas só ajudava minha vó a pagar as contas e etc...por favor me ajude.

Oi sou Simone tenho 30 anos 2 filhos e fui diagnosticada com Síndrome do Pânico, sei la acho muitos sintomas pra uma doença psíquica mais se os medicos dizem eu tenho isso desde de uma cerclagem da minha segunda gravidez fiquei muito insegura quando voltei da anestesia tive crises que nunca senti antes o medico disse que era pra me acalmar que era assim mais ao invés disso so vim me acalmar em casa passou tudo parecia que tem tinha feito cerclagem e retomei mês estudos depois de quinze dias e de vez enquanto me davam crises mais não ligavam acha que era cansaço estresse fiz outra cerclagem depois de 4 anos e foi tudo bem estava numa faze boa comecei a trabalhar na area que estudei sou professora e entrei na prefeitura em 2003 e engravidei novamente em 2004 foi uma excelente gravidez lembrando que eu já tinha uma filha da primeira gestação e as duas gestações perdidas não havia feto era uma gestação anembrionada e na gravidez no meu filho foi às mil maravilhas eu não tinha crises nem medos estava bem entrei e sai sem perceber mas quando ganhei ele depois de três dias no hospital tudo voltou, sentia tudo um medo que dava vontade de sumir mais fiquei quieta com medo de ficar ali internada fui pra casa e passou tudo igual quando fiz cerclagem passou os dias, e as crises começou mais não ligava depois de 1 anos e meio meu pai faleceu foi a conta resumindo saiu de casa so acompanhada não ando na rua não vou aos meus vizinhos tenho m medo que é incontrolável sou evangélica vou à Igreja ajudo meu esposo ele me entende mais eu não p que acontece comigo já fiz muitos e muitos exames agora vou refazê-los novamente mais não sei é complicado sempre fui dependente agora não faço nem na escola da minha filha eu vou, sinto um tipo de tontura que não é fraqueza pois me alimento bem a e meu filho de 3 anos foi amamentado ate os 2 anos e 8 meses com tudo isso sempre tive muito leite não durmo muito bem a noite me controlo muito mais as sensações são muito chata parece tudo irreal quando vou ao mercado parece que não estou la so penso no que sinto se vou cair passar mal me ajudem olha não tomo remédio por opção já sai uma vez disso sem perceber mais sinto que agora é mais forte pois aos poucos estou me fechando as crises antes eram pior mais agora elas são todos os dias o que não me da descanso de relaxar o que faço, já procurei um psiquiatra mais a consulta é só pra dezembro e ate lá tenho que esperar obrigada um abraço

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